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Entrevista FMBR: A banda Truculenta de São Paulo fala um pouco sobre sua tragetória

FMBR:Como surgiu a idéia da banda?

Truculenta:A ideia de formar a banda surgiu quando eu e o meu filho Nícolas Carboni que foi baterista na primeira formação da Truculenta decidimos formar uma banda autoral, pois nós estávamos cansados de tocar em bandas covers, e no “barato” de fazer parte de uma banda na qual pudéssemos enviar a nossa mensagem, exprimir a nossa opinião e expressar o nosso descontentamento contra o sistema para um número maior de pessoas. Começamos a procurar pessoas com o mesmo objetivo e como por obra do acaso surgiu o Joey Quintel e me convidou pra formar uma banda com ele, logo de cara recebeu a resposta que eu só toparia se fosse para formar uma banda com um trabalho autoral e é claro que topou no mesmo instante, pois era exatamente isso o seu objetivo, no inicio até procuramos algumas pessoas para assumir a voz e fomos convidando alguns vocalistas para fazer um som com a gente, mas por uma série de fatores não obtivemos êxito, foi então que o Joey além de tocar guitarra resolveu também assumir o vocal e foi assim surgiu a Truculenta. A entrada da Lu Carrili veio ocorrer um pouco mais tarde com a saída do Nicolas que por motivos pessoais não conseguiu trilhar conosco o mesmo caminho.

FMBR:Quais são as suas influências?

Truculenta:Minha principal influência é Black Sabbath que é a maior de todas e a melhor banda de heavy metal do Universo, além de Motorhead e bandas punks dos anos 70 e 80 entre outras, A Lu Carrili tem várias influencias que vão do heavy metal ao punk, passando pelo hard rock e hard core e o Joey Quintel tem como principais influencias Ozzy Osbourne, Yngwie Malmsteen, Van Halen, Metallica e Black Sabbath e etc, pegamos todas essas influencias jogamos

tudo em um caldeirão em fogo alto fazemos aquela mistura e eis que surge assim o som a Truculenta.

FMBR:Existe para vocês o conflito entre ser uma banda autentica e ser uma banda comercial?

Truculenta:Pra mim não existe esse conflito entre ser uma banda autentica e ser uma banda comercial, talvez pelo motivo de não saber fazer um som diferente daquele que a gente faz, o nosso som nos agrada primeiramente, temos que gostar e curtir caso contrário nem tocamos e pra ser sincero acho que não conseguimos fazer um som diferente do que a Truculenta faz apenas para agradar um determinado publico alvo ou coisas do tipo, o nosso som vem da alma, é natural, espontâneo e por consequência disso  vem agradando a cada dia mais um número maior de pessoas e acreditamos sinceramente que é pelo simples fato de fazer o que mais amamos que vem dando certo.

FMBR:Qual o maior objetivo de vocês hoje?

Truculenta:O nosso maior objetivo hoje é fazer com que a banda se consolide, pois temos uma mensagem pra passar para as pessoas, temos conteúdo, temos musicalidade, o sonho é que nossa mensagem seja ouvida, que nosso sonho gere algo de bom, que gere transformação de qualquer tipo nas pessoas e que um máximo de pessoas sejam atingidas com a nossa musica e para isso estamos gravando um CD com a produção do Junior Carelli que foi eleito o melhor tecladista brasileiro por duas vezes consecutivas é proprietário da Foggy filmes que gravou o DVD de vários artistas inclusive o do Avantasia agora em São Paulo, além da experiência na gestão de bandas e por ser um dos cabeças da banda Noturnall que tocou no Rock in Rio passado, e para que o nosso maior objetivo seja realizado estamos trabalhando com uma produção tão legal com pessoas tão legais, porque o nosso sonho é fazer com que a Truculenta se consolide como uma banda que consegue tocar as pessoas e em breve todos vão poder conferir o nosso trabalho. 

FMBR:O que motiva a banda a seguir em frente?

Truculenta:O que mais motiva a banda a seguir em frente é o sonho da musica, o sonho de fazer a Truculenta uma banda de expressividade no mercado, pois amamos a musica mais que tudo na nossa vida e a maior força da Truculenta é continuar ajudando a manter a chama do heavy metal acessa, é isso o que nos motiva a seguir em frente.

FMBR:Há certa resistência para bandas que cantam em português?

Truculenta:Costumo ouvir muito essa pergunta e por esse motivo acredito que isso ocorra, mas eu particularmente não sinto isso no dia a dia da banda, no nosso caminho temos encontrado pessoas que acham bem legal o fato de nossas letras serem em português e a maioria dos comentários é que no cenário existem poucas bandas que se aventuram a fazer suas letras em português, pelo menos isso é o que ocorre conosco e a tão falada resistência para as bandas que cantam em português não resolveu bater a nossa porta. 

FMBR:Se tivessem a oportunidade de tocar em um grande festival ou trabalhar com alguém/alguma banda, quem/qual  seria?

Truculenta:Estamos atualmente tendo a oportunidade de trabalhar com o produtor musical Junior Carelli tecladista da Noturnall, Shaman e que está produzindo o nosso primeiro álbum juntamente com a Foggy Produções o que pra nós é uma grande honra, estamos muito satisfeito pela oportunidade de fazer um trabalho com uma super qualidade, com profissionais altamente qualificados, super dedicados e que já produziram grandes nomes da musica.  

FMBR:A Força Metal BR agradece a banda a disposição, confiança e tempo gasto gentilmente para responder a nossa entrevista desejando muito sucesso e deixa o espaço livre caso queiram dizer algo:

Truculenta:Nós da Truculenta queremos agradecer e parabenizar a Força Metal BR pelo trabalho que vocês tem feito pelo heavy metal, agradecer a Laíse Moreira pelo carinho e atenção que sempre nos é dado e queríamos também agradecer ao espaço aqui no cedidos para falar um pouco sobre a banda, espaço este que é cada vez mais raro.  Queríamos registrar aqui o nosso muito obrigado e vida longa à Força Metal BR.

 

Por: Laíse Moreira S. (Força Metal BR)

http://forcametalbr.blogspot.com.br/2016/05/entrevista-banda-truculenta-de-sao.html

 

 

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